São Paulo

1º Dia: Primeira vez em Ilhabela, que é bela até no nome

Partimos para Ilhabela na madrugada e chegamos na Ilha por volta das 9h, tínhamos o dia inteiro pela frente para conhecer alguns pontos da cidade.


Parque Municipal das Cachoeiras

Tempo do passeio: 40min (das 9h20 às 10h)
Endereço: Rua José Bonifácio, 843 (ver no mapa)

Fomos “recepcionados” pelo jardineiro muito gentil. Fomos até a Cachoeira da Água Branca, são duas quedas d’água, com mais de 40m de altura, e depois seguindo as orientações do jardineiro fomos ao “almirante”, que são duas torres e de lá tem uma visão melhor das quedas d’água e da mata que cerca o parque.

Cachoeira da Água Branca, vista do mirante

Cachoeira da Água Branca, vista do mirante

Em seguida conhecemos o “Museu da Usina”, que era a Usina Hidrelétrica CESP, no museu tem uma grande turbina antiga e nele funciona a Secretaria Municipal do Meio Ambiente. Essa Usina gerava energia para a cidade até a década de 1970, quando foram instalados cabos submarinos que atravessam o canal de São Sebastião e levam energia elétrica do continente para a ilha.

Dentro do Parque também fica o Viveiro Municipal Aroeira, que não fomos visitar.


Cachoeira da Toca

Tempo do passeio: 1h25 (das 10h15 às 11h40)
Endereço: Estrada da Toca, próximo ao nº 800 (ver no mapa)

Lugar bonito e histórico, a Cachoeira da Toca na verdade não é só uma cachoeira e sim um complexo de cachoeiras e tobogãs naturais. É possível nadar e escorregar nas águas cristalinas desse complexo, que fica aberto das 8h às 18h, ao preço de R$10 por pessoa, com direito a degustação de aguardentes, produzidos ali mesmo no engenho que foi construído em 1937.

Diz a “Lenda de Borges”, que aquele lugar era ponto de descanso dos traficantes de escravos que chegavam à ilha pela Baía de Castelhanos e a atravessavam-a para chegar ao continente para comercializar escravos na Vila e em São Sebastião.

 

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A Vila (Centro Histórico)

Tempo do passeio: 1h (das 12h às 13h)

Chegamos à Vila (como é conhecido o Centro Histórico) e estacionamos o carango na Praça Coronel Júlio de Moura Negrão, a fonte d’água dessa praça, antigamente era um pelourinho.

Aproveitamos para ver a Igreja Matriz de Nossa Senhora da Ajuda e Bom Sucesso e a antiga Casa da Câmara e Cadeia, que ficam no quarteirão ao lado.

A Igreja Matriz foi construida pelos escravos entre os anos de 1697 e 1718, foi inaugurada em 1806. Seu estilo colonial, passou a ganhar traços barroco após as reformas de meados do século XX.

A antiga Casa de Câmara e Cadeia, que também abrigou o Fórum, este prédio possui arquitetura colonial e recebeu sua torre em uma reforma ocorrida no início do século XX.

À frente da Igreja e ao lado da antiga Casa de Câmara e Cadeia está a estátua de Jesus Cristo crucificado, feita pelo artista plástico Gilmar Pina.

Seguimos nosso passeio pela Rua do Meio, que é cheia de lojas, edifícios históricos e onde fica a Secretaria Municipal da Cultura, local onde apreciamos uma exposição de arte.

De lá voltamos para a Praça Coronel Júlio de Moura Negrão, pela rua Dr. Carvalho, que dá para ver parte da costa de São Sebastião e a Praia do Saco da Capela, que é tomada por barcos. Depois fomos dar check-in no hotel.

 

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Praia do Curral

Tempo do passeio: 1h05 (das 17h às 18h05).
Localização: ver mapa

Após descansar um pouco no hotel, aproveitamos o fim do dia para ver o bonito pôr do sol na Praia do Curral. A praia fica ao sul da ilha e é a mais frequentada e badalada de Ilhabela, tem larga faixa de areia amarelada, mais de 400 metros de extensão, mar calmo e possui diversos restaurantes.

Estacionar lá para gente foi fácil, pois não fomos em temporada, mas imaginamos que em temporada seja estressante achar vaga, até mesmo nos diversos estacionamentos que tem próximo da praia.

 

1º Dia – 14 de setembro (sexta-feira)
Total de Km percorridos no dia: 360,2
Km percorridos em Ilhabela:  53,5

 

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Quem escreve?

Sou um típico bicho do mato! À primeira vista pareço um cara estranho, falo pouco, observo muito e quase nunca me enquadro socialmente. Adoro mapas, história e fotografia, inclusive, se eu não fosse programador poderia ser um ótimo arqueólogo. Mas tem alguns mundos onde me encaixo: em um mergulho no mar, no silêncio das montanhas, assistindo à queda de uma cachoeira e até mesmo, dentro de um bom museu.
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