Santa Catarina

1º Dia (22/12/12, sáb): Santa Bárbara d’Oeste a Florianópolis

Total de Km percorridos no dia: 837,2

Saímos de Santa Bárbara d’Oeste às 4h40 com intenção de chegar a Florianópolis antes das 14h, parando para almoçar. Porém enfrentamos sucessivos congestionamentos até chegarmos a Curitiba, pouco depois das 14h.

Com isso, resolvemos conhecer alguns pontos turísticos da cidade, pois se continuássemos até Floripa chegaríamos a noite e perderíamos nosso dia. Fomos a Ópera de Arame e ao Parque Tanguá.

Ópera de Arame

Tempo do passeio: 1h40
Endereço: Rua João Gava, bairro do Pilarzinho (ver mapa)
Visitas: terça a domingo, das 8h às 21h
Investimento: Grátis

A Ópera de Arame é um teatro construído todo em aço com estrutura tubular e teto de policarbonato transparente, que lembra a fragilidade de uma construção em arame. Projeto do arquiteto Domingos Bongestabs. Foi inaugurada em 1992. O auditório tem capacidade para 1.604 espectadores, seus bancos são feitos em tela de arame e revestidos por almofadas, este espaço estava fechado para visitação.

Deixamos o carro no estacionamento gratuito, onde há uma loja de lembrancinhas e guarita.

Passando a guarita dá para ver a ópera. Para chegar nela tem que passar por uma passarela sobre o lago que cerca parcialmente o teatro.

Neste lago há vários peixes e aves, um paredão rochoso e uma cascata de 10 metros.

Cuidado com seus objetos, principalmente os pequenos. Todo o piso (pelo menos o espaço que visitamos, exceto o térreo) é vazado, como um bueiro e os objetos podem cair e se cair no lago já era!

As entradas do auditório ficam no segundo andar, como o piso é vazado é bom evitar ir de saia e vestido (nem preciso falar porque), também evite ir com chinelos ou tamancos, pois eles podem enroscar na estrutura (piso) e você pode cair.

Nas proximidades da ópera está a Pedreira e o Espaço Cultural Paulo Leminski, juntos formam o Parque das Pedreiras. Não visitamos este espaço, o mesmo estava fechado.

Aproveitamos para almoçar no Ópera Café, um bistrô muito bom e com preços justos.

 

Parque Tanguá
Mapa do Parque Tanguá (Fonte: Prefeitura Municipal de Curitiba)

Mapa

Tempo do passeio: 1h10
Endereço: Rua Oswaldo Maciel, bairro do Pilarzinho (ver mapa)
Horário de funcionamento: diariamente das 8h às 18h
Investimento: Grátis

 

 

O Parque Tanguá também possui estacionamento gratuito, paramos nosso carango e fomos conhecer o parque. Ao lado do estacionamento tem um posto policial.

Entramos no parque pelo portal principal, seguimos pelo jardim Poty Lazzarotto, depois pelo jardim em estilo francês, onde tem um espelho d’água ao centro, no final desse grande jardim há um belvedere (leia-se mirante).

Conhecemos o belvedere onde dá para ver de cima a cachoeira, o lago e a parte baixa do parque. Ali também tem decks metálicos, sanitários, loja de lembrancinhas, bistrô e duas torres. Subimos uma torre, mas de lá só dá para ver o jardim francês, o espelho d’água e algumas casas ao redor do parque.

Na parte baixa do parque têm dois paredões rochosos, pista para caminhadas, espaço para churrasco, lagos e túnel escavado na rocha que une dois lagos. Atravessando o túnel – por uma passarela sobre as águas dos lagos – chegamos na parte baixa da cascata e do outro lado do paredão rochoso.

 

Este parque está situado nas antigas pedreiras da família Gava junto ao rio Barigui, foi inaugurado em 1996. O parque fica em Curitiba e faz divisa com Almirante Tamandaré.

 

Seguindo viagem, de Curitiba a Florianópolis

Depois, já às 17h30, partimos para Floripa. No caminho paramos em Barra Velha-SC, onde há um mirante para a cidade e oceano. Ele pode ser acessado por escadas ou elevador. A entrada é gratuita.

A meta era chegar a Floripa às 14h e curtir a ilha, porém os congestionamentos nos obrigaram parar em Curitiba para descansar. Chegamos às 22h na Ilha, cansados dormimos.

 

Hospedagem em Florianópolis

O Hotel Veleiro (ver mapa) está um pouco abandonado, mas a gente gosta dele por ele ser simples, econômico e por ficar próximo ao centro e da entrada/saída da ilha.

O café da manhã é bem servido, além de frutas, pães e bolos, tem salsicha e ovos cozidos.

Ficamos no quarto com vista para o mar e continente, com frigobar, TV, wi-fi e banheiro privado.

 

Rota

Utilizamos quatro rodovias e passamos por 14 praças de pedágio:

  • Rodovia dos Bandeirantes: uma das melhores estradas do Brasil, triplicada e alguns trechos com 4 e 5 faixas. Com pedágios.
  • Rodoanel Mário Covas: duplicado, asfalto em excelente estado. Com pedágios.
  • Regis Bittencourt: duplicada, com alguns trechos de serra e pista simples, com obras de duplicação. Tráfego intenso de caminhões. Asfalto regular. Com pedágios.
  • BR-101: duplicada, asfalto em bom estado. Tráfego intenso de caminhões. Com pedágios.

 

Investimentos do dia

Hospedagem: R$ 120,00*
Alimentação: R$ 23,00*
Abastecimento: R$ 208,00
Pedágios: R$ 39,20

* Valor para 2 pessoas

Total de km rodados na viagem: 837,2

Quem escreve?

Sou um típico bicho do mato! À primeira vista pareço um cara estranho, falo pouco, observo muito e quase nunca me enquadro socialmente. Adoro mapas, história e fotografia, inclusive, se eu não fosse programador poderia ser um ótimo arqueólogo. Mas tem alguns mundos onde me encaixo: em um mergulho no mar, no silêncio das montanhas, assistindo à queda de uma cachoeira e até mesmo, dentro de um bom museu.
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