Total de Km percorridos no dia: 57,4

Tiramos o dia para passear pela Ciudad Vieja (Centro Histórico) de Montevidéu. Era feriado de Natal, estava nublado e a temperatura em torno dos 20°. Mesmo o hotel ficando a 1,4 km da Ciudad Vieja resolvemos ir para lá de carro, para aproveitar ir ao mercado e de lá para outro ponto de Montevidéu.

A cidade estava bastante tranquila, quase não tinha trânsito e pouca gente circulava nas ruas, muita delas turistas. Estacionamos o carro ao lado da Plaza Independencia, dava para escolher vaga. Não teve cobrança da “zona azul”.

Demos uma volta pela praça que fica na Av. 18 de Julio, no limite entre a Ciudad Vieja (Centro Histórico) e Ciudad Nueva (Cidade Nova). No centro da praça tem uma grande estátua e mausoléu do herói uruguaio General José Artigas.

Plaza Independencia

Plaza Independencia

Foi nessa praça que perdemos uma nota de PU$ 1.000,00, cerca de R$ 118,00. A nota estava no bolso e provavelmente em algum momento que o celular foi tirado do bolso a nota caiu no chão sem percebermos.

Ao redor da praça estão alguns prédios que chamam a atenção de quem passa pelo local:

O Palácio Salvo, inaugurado em 1928. Prédio que tem arquitetura particular, feita pelo italiano Mario Palanti (o mesmo que construiu o Palácio Barolo, em Buenos Aires), possui 95 metros de altura e por muitos anos foi considerado o prédio mais alto da América do Sul.

 

Edifício José Artigas

Edifício José Artigas

 

 

Edifício José Artigas (Palácio Estévez), fica na mesma calçada do Palácio Salvo, seguindo à esquerda. Foi construído por Francisco Candelario Estévez. Após a família Estévez entrar em crise financeira o governo uruguaio comprou o edifício, que  serviu como sede governamental até 1985.

 

 

A Torre Ejecutiva (Torre Executiva) fica ao lado do Palácio Estévez, atravessando a rua. É um prédio com vidros azuis, onde funciona a sede da presidência do Uruguai. O presidente Pepe Mujica, faz seus despachos no 11º andar.

Atravessando a rua tem o famoso Teatro Solis. Infelizmente, nesse dia ele não estava aberto para visitação. Quem empresta o nome ao teatro é o espanhol Juan Díaz de Solis, que foi comandante da primeira expedição européia a penetrar no Rio de la Plata.

Na frente do Teatro, do outro lado da rua, é o Edifício Ciudadela e no começo da Rua Sarandi fica a Puerta de la Ciudadela, que foi construída no século XVIII para proteger a então colônia espanhola dos possíveis ataques dos portugueses pelo Rio de la Plata.

Depois fomos comprar algumas coisas no mercado Ta-Ta, na Av. 18 de Julio. Pegamos pão, queijo, presunto (jamón), alface (lechuga), cerveja e água (5 litros). Gastamos PU$ 374,62 (R$ 44,10). Tirando as duas cervejas Patricia que pegamos, ficou PU$ 234,62 (R$ 27,60).

Para pagar testamos o cartão de débito internacional do Santander, pedimos para o caixa passar no débito e o mesmo, um tanto confuso, após chamar outro funcionário, passou o cartão na função crédito. Na hora achamos estranho ter que assinar. O caixa disse que lá era assim mesmo. Na pressa nem lemos e assinamos, depois já à noite, percebemos que ele havia passado na função crédito, o que gera IOF de 6,38%. Ao longo da viagem só conseguimos usar a função débito para sacar dinheiro nos caixas eletrônicos. A “desculpa” dos caixas é que nosso cartão (múltiplo) tem chip e por lá (Uruguai, Argentina e Chile) cartões com chip só são aceitos no crédito.

Depois de guardarmos a compra no carro avançamos a Rua Sarandi sentido Ciudad Vieja: