Mato Grosso

Destaque da Chapada dos Guimarães: Cachoeira Véu da Noiva

Visitamos a Cachoeira Véu da Noiva no quinto dia (29/12/2013) da nossa viagem de carro pelo Centro-Oeste brasileiro, depois de sair da Vila Bom Jardim em Nobres-MT. A Cachoeira fica na entrada do Parque Nacional Chapada dos Guimarães, é formada pelas águas do rio Coxipó e tem 86 metros de queda. Além disso o que a ajuda ser o principal cartão-postal da Chapada dos Guimarães é o vale onde ela está localizada, cercado de paredões rochosos.

Entrada do Parque Nacional Chapada dos Guimarães, em obra

Entrada do Parque Nacional Chapada dos Guimarães

Às 10h20 chegamos ao estacionamento da Cachoeira, e apesar dele ser grande, quase não encontramos vaga devido ao grande número de turistas. Depois de estacionar enfrentamos o sol de quase 40 graus e fizemos uma trilha de 20 minutos até chegar ao mirante da cachoeira.

À medida que fomos descendo começamos a nos encantar com a grandeza do paredão e da queda d’água.

O mirante da Cachoeira Véu da Noiva estava repleto de turistas.

No mirante têm dois espaços que dá para ver a cachoeira, mas um deles prioriza a vista para os paredões da Chapada dos Guimarães. Ficamos nessa região primeiro e tiramos algumas fotos:

O outro lado estava lotado e demoramos para conseguir chegar no melhor lugar para tirar foto da Cachoeira, quando conseguimos aproveitamos o momento e a vista que de lá é fantástica.

Depois de tirar fotos fomos ao banheiro e a cantina comprar água. Na volta passamos novamente pelo mirante e fizemos mais fotos:

Voltamos ao estacionamento e seguimos nosso roteiro do dia.

Fomos ao posto Ipiranga do centro de Chapada dos Guimarães, enchemos o tanque com etanol que estava a R$ 2,07/litro.

Na saída da cidade tem uma “Pamonharia” bem legal, paramos um pouco lá, compramos um tempero de pequi e comemos um cural muito gostoso.

Depois do trecho de serra, sentido Cuiabá, tem vários restaurantes e barraquinhas de temperos e artesanatos típicos. Paramos em um restaurante para almoçar. Pedimos prato feito, que custou R$ 12,00 cada. Apesar de a comida ser boa, o local não aparentava ser muito higiênico.

Enfim, partimos rumo ao Pantanal, via rodovia Transpantaneira.

Quem escreve?

Prazer, pode me chamar de Naty! Sou marketeira por profissão e blogueira nas horas vagas. Moro em SP, mas já morei na Nova Zelândia e confesso que tenho uma “quedinha” pela ideia de morar fora novamente. Adoro bichos e pessoas também, inclusive as mais incompreensíveis rs! E acredito que assim como a leitura, música, e todas as formas de arte, conhecer diferentes culturas amplia nosso conhecimento sobre o outro e sobre nós mesmos.
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