Paraná

Manhã de domingo no Parque Tanguá

Nos despedimos do Curitiblogando e de Curitiba, em uma breve visita ao Parque Tanguá, um dos principais da cidade, fica na região norte.

O Parque Tanguá envolve uma área de 235 mil m² de uma antiga pedreira. Foi inaugurado em 1996.

Podemos dividi-lo em duas partes, a parte de cima, onde tem um espelho d’água, um jardim em estilo francês e o mirante, e a parte de baixo, onde tem um lago, um túnel, uma cascata, uma pista para caminhada e o Rio Barigui.

Nessa visita fomos apenas à parte de cima do parque, demos uma volta pelo jardim que leva o nome do artista plástico curitibano Poty Lazzarotto. Nessa área tinha muita gente aproveitando a manhã de domingo para fazer piquenique na grama.

Depois subimos em uma das torres do mirante, donde podemos ver de cima a parte baixa do parque, o jardim francês, o espelho d’água e algumas casas da região.

No prédio do mirante também têm decks metálicos, sanitários, loja de souvenir e bistrô.

Meninas, cuidado com esses decks metálicos, não vá de saia ou vestido, o chão é vazado e quem está embaixo pode ver as partes íntimas.

Depois de beber uma aguinha, nós, juntamente com a galera do Curitiblogando, fomos fazer a foto do pulo no Parque Tanguá.

Na sequência nos despedimos dos outros blogueiros e pegamos a estrada de volta para nossa cidade, Santa Bárbara d’Oeste.

Essa foi nossa segunda visita ao Parque Tanguá, já que no primeiro dia da Viagem de carro para o Uruguai, Argentina e Chile, paramos um pouco em Curitiba para descansar e conhecemos o parque, inclusive sua parte baixa, além da Ópera de Arame.

 

Informações úteis
Mapa do Parque Tanguá

Mapa do Parque Tanguá

Endereço: Rua Oswaldo Maciel, s/ n° – Taboão. Entrada também pela Rua Margarida do Conto Gava.
Horário de funcionamento: das 8 às 18 horas.
Entrada franca.
Estacionamento gratuito.

 

 

curitiblogando

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Quem escreve?

Sou um típico bicho do mato! À primeira vista pareço um cara estranho, falo pouco, observo muito e quase nunca me enquadro socialmente. Adoro mapas, história e fotografia, inclusive, se eu não fosse programador poderia ser um ótimo arqueólogo. Mas tem alguns mundos onde me encaixo: em um mergulho no mar, no silêncio das montanhas, assistindo à queda de uma cachoeira e até mesmo, dentro de um bom museu.
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