Santa Marta

Pôr do sol na Praia de Taganga, em Santa Marta

Taganga é uma pequena vila de pescadores da cidade de Santa Marta, na Colômbia. Ela já foi uma vila hippie e apesar de simples, atrai muitos turistas por ser um dos pontos de partida para o Parque Tayrona. Lá tem a paisagem perfeita para contemplar o pôr do sol.

A vila tem aproximadamente 3 mil moradores e fica a 20 minutos de van do centro de Santa Marta. É um lugar pacato, cercado por montanhas verdes, com a maioria das ruas sem asfalto. Ambiente alternativo e sossegado.

A Praia de Taganga não é lá grande coisa: a água é fria e calma, a areia é grossa e tem muitos barcos.

O movimento turístico na vila deve-se ao fato dela servir de rota de entrada ao Parque Tayrona e a outras praias realmente bonitas e mais reservadas, que em muitos casos nem nome tem. De lá também partem barcos para mergulho na região, que é rica em corais.

Na avenida da orla têm vários quiosques e restaurantes. A comida parecia boa, mas o preço era salgado. Acabamos comendo um prato feito (com: arroz, ovo, batata e frango), perto da Igreja da praça principal, onde pagamos COP 7.000 (±R$ 9,10) cada.

Fomos para lá apenas para dar uma volta e sair um pouco do hostel. No final tivemos a grata surpresa de poder contemplar um magnifico pôr do sol, que se deu por detrás das águas calmas da baía de Taganga. Veja abaixo a galeria de fotos:

clique na foto para ampliar

 

Como chegar a Taganga

De ônibus: a partir de Santa Marta têm várias busetas (vans) para Taganga. Pagamos COP 1.500 (±R$ 1,95) pela passagem, do centro até a vila, são aproximadamente 20 minutos.

De táxi: os preços variam entre 6 e 10 mil pesos colombianos. Sempre negocie antes com o taxista, muitos táxis não têm ou não usam o taxímetro.

 

Lua-de-mel: Mochilão É Tetra!
Esse post faz parte da viagem “Lua de mel: Mochilão É Tetra!“, onde passamos pela Bolívia, Peru, Equador e Colômbia.

Quem escreve?

Sou um típico bicho do mato! À primeira vista pareço um cara estranho, falo pouco, observo muito e quase nunca me enquadro socialmente. Adoro mapas, história e fotografia, inclusive, se eu não fosse programador poderia ser um ótimo arqueólogo. Mas tem alguns mundos onde me encaixo: em um mergulho no mar, no silêncio das montanhas, assistindo à queda de uma cachoeira e até mesmo, dentro de um bom museu.
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