Viagens

Resumão da viagem de carro de SP ao Chile #UAC

Com o objetivo de quebrar barreiras e conhecer outro país pesquisamos e concluímos que é mais barato viajar de carro. Assim começamos, 9 meses antes, o planejamento da viagem aqui denominada “Viagem UAC“, justamente as iniciais dos três países que conhecemos: Uruguai, Argentina e Chile.

O planejamento foi fundamental para o excelente andamento da viagem. Tomamos como base outros blog’s que já fizeram percursos parecidos com o nosso e utilizamos o fórum Mochileiros.com para tirar dúvidas, ler relatos e dicas.

Concretizada a ideia, roteiro definido, dinheiro guardado, férias marcadas: saímos de Santa Bárbara d’Oeste, interior de São Paulo, na madrugada do dia 22 de dezembro de 2012, com destino a Santiago do Chile, claro, parando e conhecendo várias cidades até chegar lá.

Fomos sem saber nada de espanhol e não enfrentamos grandes problemas. Se você não sabe falar nem “hola” e tem medo de ir: vá sem medo! Além do povo (a maioria, lógico que existem exceções) ser gentil, paciente e prestativo, os lugares são lindos e ainda você vai voltar sabendo algumas coisinhas em castelhano.

Com base nas experiências vividas tiramos algumas pequenas impressões desses países:

bandeira-do-uruguaiUruguai: Pequeno e dono de uma beleza pouco conhecida. Algumas leis de trânsito estão a décadas atrasadas em relação ao Brasil, por isso o trânsito é um pouco desorganizado e outros sistemas idem. Tem, sobretudo, uma nação humilde e acolhedora e que por sinal, parece ser patriota devido a tantas bandeiras espalhadas em seu território. O principal combustível de seus veículos é o diesel, por isso o ar das ruas é bastante carregado, mesmo assim, a poluição da capital nem se compara a de São Paulo, por exemplo.

bandeira-da-argentinaArgentina: Terra e cultura ampla e motivadora de ser conhecida. Possui diversos pontos turísticos para todas as estações, é terra natal de grandes personalidades. A importância de percorrê-lo é poder comparar as enormes diferenças sociais, culturais e geográficas entre as urbes conhecidas e as desconhecidas. Diferente do que a mídia brasileira impõe, a rivalidade Brasil-Argentina passa despercebida, o povo é simpático e prestativo.

bandeira-do-chileChile: Diferenciado pela sua política, educação, organização e segurança em maior nível que seus vizinhos. Fica espremido entre o Oceano Pacífico, a Cordilheira dos Andes, o Deserto do Atacama e a Patagônia. É coberto de norte a sul por belezas naturais e luta para manter seus edifícios históricos em pé, já que está sempre sujeito a terremotos. Suas estradas são ótimas e com belas paisagens. Falam mais rápido, o que dificulta um pouco o entendimento, mas com paciência tudo se resolve.

 

Planejamento

Para uma viagem longa como essa você deve ir prevenido com toda a documentação necessária para evitar problemas nas aduanas. Também é bom tomar alguns cuidados com o carro antes, durante e depois da viagem.

Pouca coisa deu errada na viagem e devemos isso ao planejamento feito com antecedência, sempre procurando informações e lendo relatos de quem já foi para evitar os mesmos erros.

 

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Mapa do roteiro da viagem

 

Alimentação

Visando economizar dinheiro nossas refeições eram escassas, na maioria das vezes mandávamos ver no café da manhã para não precisar almoçar. À tarde comíamos alguma fruta ou bolacha/torrada e a noite jantávamos. Quando possível fazíamos nossa própria comida comprando os ingredientes no mercado. Também evitamos comer em restaurantes, preferindo fast-food (mais barato).

 

Fuso horário

No Uruguai e na Argentina o horário era o mesmo de Brasília. No Chile a diferença era de -1 hora. De Porto Alegre em diante o pôr do Sol acontecia perto das 21 horas, portanto os dias eram longos.

 

Clima

Era verão e no geral o clima que enfrentamos não foi diferente do que estamos acostumados. No Uruguai choveu um dia – aliás, esse foi o único dia com chuva na viagem -, o que baixou a temperatura que não passou dos 30º.

A Argentina tem um território maior e em Buenos Aires e na região de Córdoba a temperatura estava agradável. Já em Mendoza sentimos muito calor e a falta de umidade no ar. Passamos calor também em Corrientes.

De dia no Chile a temperatura ficava em torno dos 25º, à noite a temperatura caia.

O lugar que mais passamos frio, e que literalmente foi o ponto alto da viagem, foi no Cristo Redentor de los Andes, na divisa entre Chile e Argentina, a 4.000 metros de altitude. Fora o frio por causa da própria altitude o vento lá era cortante e muito forte.

 

Dinheiro (cartões, moedas e câmbio)

Abrimos uma conta universitária (sem tarifas) no banco Santander, pois segundo a atendente essa conta atenderia nossas necessidades de pagamento no débito em moeda estrangeira, sem tarifa e ainda realizaríamos saques nos caixas eletrônicos com uma tarifa de R$10 por saque. Porém, apenas a segunda informação procedeu.

Nosso cartão era múltiplo (crédito e débito) e com chip. Nenhum lugar (fora do Brasil) aceitou o cartão como débito, somente crédito, o que nunca é vantagem. Em um posto na Argentina a atendente falou que quando o cartão tem chip, ele automaticamente é de crédito (para a máquina), ficando inabilitada a opção débito.

Isso rendeu algumas tarifas de saque no exterior para o banco e um gasto, que apesar de pequeno, não estava previsto em nosso planejamento.

Também levamos um cartão de crédito internacional, de outro banco para alguma emergência. Esse cartão poderia ser substituído por uma quantia em dólar: 100 ou 200, mas preferimos o cartão por ser, teoricamente, mais seguro, com a desvantagem de ser menos aceito. No 16º dia da viagem tivemos que usar o cartão de emergência.

Saímos de casa com pouco mais de 600 reais em espécie, somente para cobrir as contas que não aceitam cartão de débito dentro do Brasil e ter dinheiro para fazer o câmbio na entrada do Uruguai – para pagar pedágios e combustível até Montevidéu – como contamos no relato do 3º dia.

Depois disso, a gente realizava saques nos caixas eletrônicos do banco Santander. Na maioria das vezes sacávamos a quantia máxima permitida para evitar o pagamento de tarifas de saques desnecessárias.

Essas são as moedas dos países que passamos e o câmbio vigente nos dias da viagem, inclusa a tarifa de saque:

Peso Uruguaio, câmbio: PU$ 8,50 = R$ 1,00.
Peso Argentino, câmbio: PA$ 2,24 a 2,28 = R$ 1,00.
Peso Chileno, câmbio: PC$ 224,60 = R$ 1,00.

 

Combustível

Abastecemos sempre com gasolina (nafta) e nosso carro (1.0, flex) fez aproximadamente 16 km/l. Houve um aumento significativo na autonomia do carro por conta da gasolina do Uruguai, Argentina e Chile serem pura – sem mistura de etanol como ocorre no Brasil.

Se você quer ir para esses países e está com a ideia de abastecer com etanol, saiba que não tem esse combustível nesses países. Os combustíveis fortes por lá são diesel e gasolina, e somente em alguns postos tem GNV.

Não enfrentamos problema de falta de posto ou falta de combustível e também não levamos galão de combustível. O único “susto” que passamos foi no 16º dia da viagem quando voltávamos do Chile para a Argentina e passamos pelo Cristo Redentor de los Andes, no meio da Cordilheira dos Andes, sem dinheiro e com meio tanque de combustível ficamos com medo da gasolina acabar. Mas no final deu tudo certo e o relato completo está aqui.

No Brasil fizemos 8 abastecimentos a uma média de R$ 2,76 por litro de gasolina. O mais barato foi em nossa cidade (Santa Bárbara d’Oeste): R$ 2,69/l e o mais caro foi em Curitiba: R$ 2,89/l. Colocamos gasolina comum, nas redes BR/Petrobras e Ipiranga.

No Uruguai foram 2 abastecimentos. Lá o preço da gasolina é tabelado e a principal rede de combustíveis é a ANCAP. Nas duas vezes pagamos UR$ 37,70 por litro da Super 95.

Na Argentina foram 9 abastecimentos e a nafta (gasolina) saiu em média por AR$ 7,21 o litro. O mais barato foi AR$ 6,33, em Mendoza e o mais caro AR$ 8,13 na estrada entre Buenos Aires a Mendoza. O Atrevido experimentou as naftas: 5000 (Esso), Super 95 (Shell), Nafta Super e Nafta Premium (YPF).

No Chile abastecemos uma vez, em um posto Petrobras com a nafta “93”, que saiu por CH$ 751,00 o litro.

Ao todo “queimamos” 512 litros de gasolina, divididos em 20 abastecimentos.

 

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Resumo do dia a dia

1º Dia (22/12/12, sáb): Santa Bárbara d’Oeste a Florianópolis

Pegamos congestionamento na Rodovia Régis Bitencourt. Após 10 horas de estrada paramos em Curitiba para descansar e aproveitamos para visitar a Ópera de Arame e o Parque Tanguá. Entre Curitiba e Florianópolis paramos na Havan, onde tem uma réplica da Estátua da Liberdade. Chegamos a Florianópolis a noite e dormimos.

Pernoite: Hotel Veleiro

 

2º Dia (23/12/12, dom): Florianópolis a Porto Alegre

Viajamos até Porto Alegre, passamos pelo Estádio Beira-Rio e aproveitamos o dia longo de verão para conhecer a Usina do Gasômetro, a Rua Gonçalo de Carvalho, intitulada a “rua mais bonita do mundo” e o Parque Farroupilha (Redenção), onde pudemos sentir um pouco da cultura porto-alegrense.

Pernoite: Pousada do Parque

 

3º Dia (24/12/12, seg): Porto Alegre a Montevidéu

Fizemos uma longa viagem até Montevidéu. No caminho passamos pela Estação Ecológica do Taim, no Rio Grande do Sul. Depois de passar a fronteira Brasil-Uruguai, no Chuí, conhecemos algumas praias do litoral norte uruguaio, como as praias do Parque Nacional de Santa Teresa e de Punta del Diablo. Chegamos a Montevidéu na noite de natal e apenas dormimos.

Pernoite: Hotel California

 

4º Dia (25/12/12, ter): Ciudad Vieja de Montevidéu

Dia de natal e a cidade estava muito tranquila, quase tudo fechado e uma leve garoa nos acordou. Passeamos pela Ciudad Vieja, onde conhecemos a Plaza Independencia, o Palácio Salvo, a Puerta de la Ciudadela, a Igreja Matriz (Catedral Metropolitana), entre outros. Seguimos para o Parque Rodó e depois ao Estádio Centenário. Fechamos o dia com o belo pôr do Sol no Rio de la Plata.

Pernoite: Hotel California

 

5º Dia (26/12/12, qua): Punta del Este e José Ignacio

Bate-volta de Montevidéu a Punta del Este e José Ignacio. Conhecemos alguns pontos turísticos da famosa Punta del Este, depois fomos a pacata José Ignacio, onde visitamos o farol e curtimos a Playa Brava. A noite fomos ao tradicional Baar Fun Fun, em Montevidéu, provar la uvita.

Pernoite: Hotel California

 

6º Dia (27/12/12, qui): Colonia del Sacramento

Fizemos a travessia do Rio de la Plata com Buquebus, chegando em Buenos Aires, na Argentina. Mas antes, passeamos por Colonia del Sacramento, no Uruguai. Hoje pacata e com vários prédios históricos espalhados pela cidade que já passou por muitas mudanças de governos e por muitas guerras.

Pernoite: Ritz Hostel

 

7º Dia (28/12/12, sex): Descobrindo Buenos Aires

Nosso roteiro por Buenos Aires foi feito ao longo das nossas caminhadas. Saímos do hotel com intenção de conhecer a Casa Rosada, antes fomos ao famoso Obelisco. Nisso vimos outros prédios importantes para a cidade. Depois fomos ao Congresso Nacional, para Calle Florida e ao bairro Retiro, aonde vimos uma tentativa de roubo. À noite fomos ao bairro Recoleta.

Pernoite: Ritz Hostel

 

8º Dia (29/12/12, sáb): La Boca e Recoleta em Buenos Aires

Fizemos uma rápida parada pelo bairro San Telmo, antes de ir ao La Boca. Em La Boca passamos pelo Estádio La Bombonera e pela rua mais famosa de Buenos Aires, a Caminito. Depois seguimos para o bairro Recoleta, onde visitamos o túmulo de Eva “Evita” Perón, no Cemitério da Recoleta e demos uma volta pelas redondezas.

Pernoite: Ritz Hostel

 

9º Dia (30/12/12, dom): De Buenos Aires a Mendoza

Longa e cansativa viagem, atravessando a Argentina de leste a oeste, saindo da capital Buenos Aires até a cidade de Mendoza, no pé da Cordilheira dos Andes. E uma surpresa desagradável no hostel em Mendoza.

Pernoite: Hostel Puertas del Sol

 

10º Dia (31/12/12, seg): Réveillon em Mendoza

Trocamos de hostel e ficamos entocados nele, acostumando com o ar seco da cidade, à noite o réveillon em Mendoza que certamente ficara marcado para sempre, não pelo luxo, mas pela simplicidade e por ser nosso primeiro fora do Brasil.

Pernoite: Hostel Internacional Mendoza

 

11º Dia (01/01/13, ter): Primeiro dia de 2013, em Villavicencio

Queríamos passar pelo camino de las 365 curvas e outros pontos turísticos da Reserva Natural de Villavicencio, na Ruta Provincial 52, caminho para Uspallata, porém ocorreu um imprevisto no começo da viagem e tivemos que abortar alguns planos.

Pernoite: Hostel Internacional Mendoza

 

12º Dia (02/01/13, qua): Atravessando a Cordilheira dos Andes

Após resolver problemas do carro partimos rumo ao Chile, pela Ruta 7, atravessando a Cordilheira dos Andes que é cheia de belezas naturais. Deixamos para trás o clima seco e todos os perrengues em Mendoza. Chegamos a Santiago e descansamos na melhor hospedagem da viagem.

Pernoite: Apartment In Chile Carmen 390

 

13º Dia (03/01/13, qui): Descobrindo Santiago

Preparamos nosso café da manhã e partimos para o Centro Histórico de Santiago para conhecer um pouco da capital chilena. Caminhamos pela região onde há um encontro do velho com o novo e procuramos um museu que mais tarde ficamos sabendo que havia sido destruído por um terremoto.

Pernoite: Apartment In Chile Carmen 390

 

14º Dia (04/01/13, sex): Bate-volta a Valparaíso e Viña del Mar

Pegamos a estrada e fomos conhecer o litoral chileno. Em Valparaíso visitamos o Paseo 21 de Mayo, indo pelo Ascensor Artillería, a Plaza Echaurren e antes de volta a Santiago visitamos a Plaza Sotomayor e arredores. Em Viña del Mar fomos ao Museo Fonck, ao Balneário de Reñaca onde molhamos nossos pés no gelado Oceano Pacífico e no Reloj de Flores.

Pernoite: Apartment In Chile Carmen 390

 

15º Dia (05/01/13, sáb): La Chascona, Cerro San Cristóban e Concha y Toro

Visitamos a Casa Museo La Chascona, antiga residência de Pablo Neruda. Depois aproveitamos para subir o Cerro San Cristóban e ver Santiago por cima, no mirante do Santuario de la Inmaculada Concepción. E ainda fomos ao Pirque, onde conhecemos a tradicional vinícola Concha y Toro.

Pernoite: Apartment In Chile Carmen 390

 

16º Dia (06/01/13, dom): Cristo Redentor de los Andes e nossa volta à Argentina

Dissemos até logo ao Chile e voltamos à Argentina, rumo ao Brasil. Passamos apuro por falta de dinheiro no último pedágio chileno. Ao invés de passarmos pelo túnel do Cristo Redentor, fomos pelo caminho antigo e subimos até o Cristo Redentor de los Andes, a 4 mil metros de altitude – literalmente o ponto alto da viagem. Ainda teve tempo de quase acabar o combustível, de não passar nosso cartão no posto e da gente não ter grana para comer em Mendoza.

Pernoite: Hotel Sol Andino

 

17º Dia (07/01/13, seg): Sierras Grandes e Museo Casa del Che

Saímos de Mendoza logo cedo em direção a Córdoba, pelo caminho passamos pela Sierras Grandes onde a vegetação é rasteira e seca de um lado e mais alta e verde do outro. Em Alta Gracia visitamos a Casa Museo del Che, o lago El Tajamar, o Reloj Público e outros pontos. Chegamos a Córdoba ao anoitecer.

Pernoite: Garden Hotel

 

18º Dia (08/01/13, ter): De Córdoba a Corrientes

Das sequências de longas viagens até Foz do Iguaçu, essa foi a segunda parte e a mais longa, percorremos 956 km. As estradas apesar de simples eram boas e sem trânsito. Paramos em Altos de Chipión para almoçar e a cidade parecia fantasma, não tinha nada aberto e só conseguimos comer mais tarde em La Paquita. Paramos em um mercado em Resistência, já a noite, e depois de atravessar a ponte sobre o Rio Paraná chegamos a Corrientes.

Pernoite: Hotel Corrientes Plaza

 

19º Dia (09/01/13, qua): De Corrientes a Foz do Iguaçu

Conseguimos dormir até mais tarde, passamos no banco sacar os “últimos” pesos, depois pegamos a estrada. Em Puerto Iguazú compramos alguns alfajores e abastecemos até o “último” peso argentino. Atravessamos a fronteira sem nenhuma burocracia. De volta ao Brasil matamos a vontade de comer arroz e feijão.

Pernoite: Klein Hostel

 

20º Dia (10/01/13, qui): Cataratas do Iguaçu, Parque das Aves e Marco das 3 Fronteiras

Conhecemos as Cataratas do Iguaçu pelo lado brasileiro, depois ao “apagar das luzes” visitamos o Parque das Aves, onde entramos nas gaiolas e fomos “atacados” por tucanos – eles não gostam da esquerda. Ainda tivemos tempo de visitar o Marco das 3 Fronteiras.

Pernoite: Klein Hostel

 

21º Dia (11/01/13, sex): Usina Hidrelétrica de Itaipu

Tiramos o dia para conhecer o máximo possível da Usina de Itaipu, de manhã fizemos conhecemos o Refúgio Biológico e o Ecomuseu, no intervalo aproveitamos para conhecer o Templo Budista, depois do almoço voltamos para Itaipu e fizemos o Circuito Especial. À noite vimos a Iluminação da Barragem, um verdadeiro espetáculo.

Pernoite: Klein Hostel

 

22º Dia (12/01/13, sáb): Volta para casa, Santa Bárbara d’Oeste

Voltamos para casa em uma viagem de quase 14 horas e mais de mil quilômetros. Saímos às 11 horas de Foz e chegamos quase 1 hora da manhã, já no dia 13, em nossa querida cidade, depois de enfrentar a noite neblina e chuva.

 

 

Investimento da viagem

Hospedagem: R$ 2.466,28
Alimentação: R$ 698,75
Combustível: R$ 1.773,46
Pedágio: R$ 398,04
Passeio: R$ 418,78
Estacionamento: R$ 140,73
Despesas extras: R$ 1.244,69 (manutenção do carro, Carta Verde, etc)

TOTAL: R$ 7.140,74

* Não estão inclusas lembrancinhas e outras compras pessoais.
** Valores de hospedagem, alimentação e passeios para 2 pessoas.

 

Total de quilômetros rodados: 8.662,4

Quem escreve?

Sou um típico bicho do mato! À primeira vista pareço um cara estranho, falo pouco, observo muito e quase nunca me enquadro socialmente. Adoro mapas, história e fotografia, inclusive, se eu não fosse programador poderia ser um ótimo arqueólogo. Mas tem alguns mundos onde me encaixo: em um mergulho no mar, no silêncio das montanhas, assistindo à queda de uma cachoeira e até mesmo, dentro de um bom museu.
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