Trilhas

Trilha da praia Brava de Boiçucanga

Fizemos a trilha para praia Brava de Boiçucanga no 3º dia da viagem “Conhecendo a região de Boiçucanga em um fim de semana“, após buscarmos algumas informações sobre trilhas na região e nos interessamos por essa trilha. Além da praia completamente preservado, no local há uma pequena cachoeira, ideal para banho.

O acesso a trilha se dá de carro pela Rodovia Rio-Santos (SP-55), sentido Maresias. Na saída de Boiçucanga, no inicio da subida da serra tem uma placa indicando “Trilha Praia Brava”, bem na entrada da rua tem dois estacionamentos, paramos no da esquerda e pagamos R$10 para o dia todo. Daí para frente é a pé. Subimos a rua e vimos que dava para parar o carro bem no início da trilha, economizaríamos cerca de 400m de subida.

Iniciamos a trilha às 14h30 e chegamos na praia perto das 16h, com paradas para tirar fotos. A trilha é de nível fácil/médio e exige atenção. Tem subidas e descidas íngremes, o chão é escorregadio e a trilha é bem marcada.

No topo da serra passa o petrolífero da Petrobrás. Dalí tem-se a visão das praias de Boiçucanga, Camburi e Camburizinho. Mais a diante há outro mirante onde é possível ver a praia Brava de Boiçucanga. Após essas vistas, o ânimo de continuar é bem maior!

Ao chegarmos à praia, confirmamos a origem do nome Brava: as ondas são fortíssimas!

É um verdadeiro paraíso natural, formado pelo mar verde, areia clara e cercado pela mata. No meio da praia passa um córrego que forma um pequeno lago de água doce nas areias da praia.

Do lado direito da praia corre um fio de água que sai da mata, seguindo o córrego tem uma pequena cachoeira com duas quedas d’água. Mesmo pequena, expressa uma grande beleza e nos proporciona um delicioso (e gelado) banho de água doce. Literalmente lavamos a alma nessa cachoeira.

Depois de nadar e tirar mais algumas fotos resolvemos voltar. Logo no começo da trilha ouvimos (mas não vimos) os bugios, macacos típicos da região.

Saímos da praia às 17h10 e chegamos no fim da trilha às 18h20.

 

Data da viagem: sábado, 23 de abril de 2011

Quem escreve?

Sou um típico bicho do mato! À primeira vista pareço um cara estranho, falo pouco, observo muito e quase nunca me enquadro socialmente. Adoro mapas, história e fotografia, inclusive, se eu não fosse programador poderia ser um ótimo arqueólogo. Mas tem alguns mundos onde me encaixo: em um mergulho no mar, no silêncio das montanhas, assistindo à queda de uma cachoeira e até mesmo, dentro de um bom museu.
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