Parques Nacionais

Conhecendo e sentindo as Cataratas do Iguaçu

No 20º dia da Viagem UAC (de carro pelo Uruguai, Argentina e Chile), conhecemos o Parque Nacional do Iguaçu, onde vimos e sentimos as Cataratas do Iguaçu, uma das Sete Novas Maravilhas da Natureza.

A palavra Iguaçu significa “água grande”, na etimologia tupi-guarani. As Cataratas são formadas pelas quedas do rio Iguaçu, que 18 km abaixo deságua no rio Paraná, formando a tríplice fronteira entre Brasil, Argentina e Paraguai.

Chegamos ao Parque Nacional do Iguaçu às 13h45, deixamos o Atrevido no estacionamento do Parque, por 14 reais o dia. Alguns dias antes compramos os “passaportes” para as Cataratas do Iguaçu pela internet.

Ao pagar o estacionamento descobrimos que eles também aceitam dólar e peso argentino como forma de pagamento, além do real. Porém não é vantagem, já que o câmbio deles é péssimo. Estacionamento pago, entrada liberada, pegamos um ônibus para as cataratas. Os ônibus são daqueles turísticos de dois andares, onde a parte de cima oferece uma vista panorâmica.

O percurso têm algumas paradas em pontos que dão acesso as trilhas e ainda na estrada é possível sentir que as Cataratas estão próximas, pois as águas delas criam uma leve garoa, que é notada com facilidade ao olhar o para-brisa do ônibus. Como nosso objetivo era conhecer as Cataratas do Iguaçu sem gastar com passeios, descemos na Parada Trilha das Cataratas, em frente ao Hotel das Cataratas.

Dali já avistamos algumas quedas e no começo da trilha já tem mirantes que permitem uma visão panorâmica de diferentes ângulos do conjunto de quedas da água que formam as Cataratas do Iguaçu. Esses “mirantes” seguem por toda a trilha, já que ela é ao lado do rio Iguaçu, até a principal plataforma de observação das Cataratas, do lado brasileiro.

A “trilha” na verdade é um caminho cimentado, com escadas, banheiros, lanchonetes e alguns quatis “ladrões de sorvetes”. Sério, muito cuidado com eles! Principalmente se você estiver comendo. Presenciamos um quati subtraindo um sorvete de um menino. Lembrando que são animais selvagens e eles não perdoam quem entra no território deles com alimentos e além disso são transmissores de doenças como a raiva humana. Todo cuidado é pouco.

Na plataforma de observação a gente praticamente entra nas Cataratas do Iguaçu, ela vai bem perto das cachoeiras. Se molhar é inevitável, por isso leve capa de chuva ou compre uma por lá. E, muito cuidado com os equipamentos eletrônicos.

Como fomos no verão (teoricamente época de chuva) o volume de água do rio Iguaçu estava alto, consequentemente o volume das Cataratas também. Além da gente se molhar foi difícil tirar fotos; a lente molhava, a gente secava, mas nem dava tempo de clicar que já molhava de novo. Veja algumas tentativas que fizemos:

Depois fomos ao Espaço Naipi, tiramos fotos em uma das 3 plataformas donde se tem bela vista das quedas da água e onde a gente fica bem próximo de uma das quedas. Outra vez: se molhar faz parte.

Nesse espaço também tem Loja de lembranças, banheiros e elevador panorâmico. Subimos pelo elevador, passamos pela Praça Santos Dumont e fomos ao Espaço Porto Canoas.

Para finalizar o passeio compramos algumas lembrancinhas – uma caneca custou cerca de 15 reais – e comemos um lanche – estilo fast food na faixa dos 13 reais cada.

Em seguida fomos a estação (ponto de ônibus) aguardar o próximo para nos levar de volta a entrada do Parque e dar sequência aos nossos passeios. Saímos de lá satisfeitos e com vontade de conhecer o lado argentino das Cataratas do Iguaçu.

Nosso próximo passeio foi ao Parque das Aves, que fica próximo da entrada do Parque Nacional do Iguaçu.

 

Quanto custou?

Ingressos: R$ 49,20 (duas unidades, meia-entrada)
Estacionamento: R$ 14,00
Lanche: R$ 30,00 (valor aproximado)
Lembrancinha: R$ 15,00 (uma caneca)

 

» Hospedagem em Foz do Iguaçu

 

Mapa
Quem escreve?

Sou um típico bicho do mato! À primeira vista pareço um cara estranho, falo pouco, observo muito e quase nunca me enquadro socialmente. Adoro mapas, história e fotografia, inclusive, se eu não fosse programador poderia ser um ótimo arqueólogo. Mas tem alguns mundos onde me encaixo: em um mergulho no mar, no silêncio das montanhas, assistindo à queda de uma cachoeira e até mesmo, dentro de um bom museu.
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